CDHH

Comissão de Direitos Humanos Histórica (1995)

Massacre do Carandiru

Em 02 de outubro de 1992, durante uma partida de futebol que acontecia entre os presidiários, dois detentos iniciam uma briga devido a questões de dívidas e controle do tráfico de drogas no presídio. E o que parecia mais uma briga diária na Casa de Detenção de São Paulo acaba se tornando o maior massacre ocorrido em uma penitenciária na história brasileira.
Após uma revolta generalizada entre os presos e negociações de apaziguamento sem sucesso, quatro batalhões da Polícia Militar do estado invadiram a famosa Carandiru e 111 mortes de detentos foram confirmadas dias depois do confronto. Diante divergências entre os policiais e a perícia, além de escândalos de superlotação e despreparo das autoridades, a sociedade brasileira se viu dividida: a atitude policial na ocasião foi a correta?
O cenário internacional enxergou com perplexidade a situação e, anos após, os acontecimentos estão sendo encaminhados à Comissão de Direitos Humanos da ONU para julgar a culpabilidade do Estado brasileiro pelo ocorrido. Teria sido o Brasil negligente com o
encaminhamento do caso e, além disso, teria poder para evitar as dezenas de óbitos? Ou o tratamento acionado foi o correto nessas circunstâncias?

mesa diretora

Adriane Harumi

Oi senhores delegados! Meu nome é Adriane Harumi, tenho 18 anos, estudei em São Cristóvão até o ano passado e atualmente curso Design na UFRJ. Estou muito animada com o tema do comitê, pois – apesar de ser um contexto de enorme violência e barbaridade – é uma grande oportunidade de estudar sobre algo que ainda faz parte da realidade brasileira: a falência do sistema prisional no país. Sei que é um tema pesado mas, mesmo assim, tenho certeza que vai ser divertido de debater sobre no MID. Também espero que, como diretora, eu possa ser de grande ajuda e que os senhores possam contar comigo 🙂

Ana Carolina Dias

Olá futuros delegados! Sou Ana Carolina Dias, tenho 19 anos e atualmente estou cursando Direito na UFF. Tive minha primeira experiência com modelos diplomáticos na I SiDIN em 2017, e logo fiquei completamente apaixonada por esse universo da modelândia inclusiva. Espero que essa edição seja uma experiência tão incrível para vocês quanto tenho certeza que será para mim. Modelar, principalmente quando se é de primeira viagem, pode parecer um desafio, mas saibam que podem contar com os diretores e toda  galera da organização para qualquer coisa. Aguardo vocês, nos vemos em breve!

Eloah Pinto

Sejam bem-vindos, ao VI MID CPII!!! Me chamo Eloah Pinto, tenho 18 anos e sou graduanda em Produção Cultural na UFF. Passei pelas unidades do CPII São Cristóvão e Engenho Novo, vindo a me formar em 2018. É com muito prazer que dividirei minha experiência como mesa diretória com vocês, dentro de um comitê com um assunto tão pertinente. Espero poder somar ao máximo nesta jornada coletiva ao longo destes quatro dias de modelo!!!

Fabiane Fernandes

Olá, delegados! Sou Fabiane, diretora de vocês, e sou da unidade de Niterói. Quero lhes desejar um ótimo modelo e que este seja extremamente engrandecedor, não só academicamente, como também internamente. Beijos e boa sorte nessa jornada!

Ryan Braz

Olá, pessoas!!! Meu nome é Ryan, sou leonino, tenho 17 anos e estou no terceiro ano do CP2 Niterói. Fui iniciado na modelândia pela I SIDIN, em 2017, e desde então venho amando cada vez mais esse mundo. A modelândia é um lugar extremamente elitista, mas espero que possamos, através dos nossos ideais de inclusão, basilares neste modelo, fazer com que os senhores se sintam confortáveis e motivados a continuar nesse mundo. Ficarei muito feliz em ser diretor desse comitê e farei tudo que eu puder para que os senhores tenham a melhor experiência das suas vidas. Espero que vocês aprendam muito e, acima de tudo, se divirtam durante o VI MID. Nos vemos lá, bjs!